Saúde
SUS amplia acesso a próteses biônicas em 2026
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O Ministério da Saúde inicia a distribuição de próteses com tecnologia sensorial em centros de reabilitação de todo o Brasil.
O Sistema Único de Saúde (SUS) deu um passo histórico na reabilitação física em fevereiro de 2026. O Ministério da Saúde anunciou a expansão do Programa Nacional de Órteses e Próteses, integrando modelos com tecnologia de resposta sensorial à tabela do SUS. A iniciativa visa atender mais de 15 mil pacientes em fila de espera apenas no primeiro semestre deste ano.
Com o novo aporte de R$ 450 milhões, os Centros Especializados em Reabilitação (CER) espalhados pelo país começaram a receber componentes de alta tecnologia, que permitem maior autonomia para pessoas com amputações de membros superiores e inferiores. A grande novidade é a inclusão de próteses biônicas nacionais, desenvolvidas em parceria com universidades federais, o que reduziu o custo de aquisição em 40%.
Além do equipamento em si, o governo federal lançou uma plataforma de teleorientação para fisioterapeutas da rede pública. O objetivo é capacitar profissionais de regiões remotas no ajuste fino e no treinamento de marcha dos pacientes. Especialistas apontam que a tecnologia de ponta, antes restrita ao setor privado, é fundamental para a reintegração do indivíduo ao mercado de trabalho e para a redução de gastos previdenciários a longo prazo.
Para ter acesso, o cidadão deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para iniciar o processo de encaminhamento ao CER de sua região. O cronograma prevê que, até o final de 2026, o tempo médio de espera por uma prótese de alta complexidade caia de dois anos para apenas seis meses.
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