Nova Lei de Cotas eleva acesso de PCDs no Ensino Superior
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    Nova Lei de Cotas eleva acesso de PCDs no Ensino Superior

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    Balanço do primeiro semestre de 2026 mostra crescimento de 18% no ingresso de estudantes com deficiência em universidades federais via Sisu.

    Os reflexos da atualização da Lei de Cotas no Brasil já são visíveis no primeiro semestre de 2026. Segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), houve um aumento de 18% no número de estudantes com deficiência matriculados em instituições de ensino superior públicas em comparação ao ano anterior. Esse crescimento é atribuído ao refinamento do sistema de reserva de vagas, que agora prioriza a intersetorialidade entre renda e deficiência. As universidades federais também estão investindo em centros de acessibilidade para garantir a permanência desses alunos. Cursos de Engenharia e Tecnologia da Informação foram os que apresentaram a maior alta de ingressantes PCD, impulsionados pela oferta de bolsas específicas e mentorias de carreira. A acessibilidade curricular, que envolve a adaptação de materiais didáticos e metodologias de avaliação, tornou-se obrigatória para a renovação do reconhecimento de cursos pelo MEC. Para o segundo semestre, o governo planeja expandir o programa de bolsas de auxílio-permanência, visando custear despesas com transporte adaptado e cuidadores, quando necessário. A expectativa é que essa nova geração de profissionais com deficiência chegue ao mercado de trabalho com formação de alta qualidade, quebrando estereótipos de produtividade. O fortalecimento das cotas universitárias é visto como o passo fundamental para a ocupação de cargos de liderança por pessoas com deficiência no futuro próximo.

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