Lei de Cotas: Universidades batem recorde de matrículas
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    Lei de Cotas: Universidades batem recorde de matrículas

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    Dados do Censo do Ensino Superior de 2026 mostram que o acesso de estudantes com deficiência às universidades federais cresceu 25% no último ano.

    O acesso de pessoas com deficiência ao ensino superior brasileiro atingiu um patamar inédito em abril de 2026. De acordo com o Relatório Anual de Acesso Universitário, a reserva de vagas prevista na Lei de Cotas (Lei 12.711/2012) foi preenchida em sua totalidade em 85% das instituições federais de ensino. O crescimento de 25% nas matrículas em relação ao ano anterior reflete a consolidação das políticas de ação afirmativa e o aprimoramento das bancas de heteroidentificação e perícia médica. O destaque de 2026 é o aumento da procura por cursos de engenharia e tecnologia, áreas que tradicionalmente apresentavam baixos índices de acessibilidade. Para sustentar esse crescimento, o governo federal lançou o 'Programa Permanência Acessível', que oferece auxílio financeiro adicional para estudantes PCD de baixa renda custearem transporte adaptado e material didático em formatos acessíveis, como Braille e audiolivros. Além das universidades federais, o setor privado também demonstra avanços. Cursos de graduação a distância (EAD) estão sendo obrigados a passar por auditorias de acessibilidade digital mais rigorosas. A meta para o segundo semestre de 2026 é que 100% das plataformas de ensino online no Brasil possuam certificação de acessibilidade plena, garantindo autonomia para estudantes cegos ou com baixa visão. O cenário projeta um futuro promissor para a inserção desses profissionais qualificados no mercado de trabalho formal.

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