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Brasileiros na Paraolimpíada já superam total de ouros olímpicos do país na Rio-16

Por  JAIRO MARQUES

Foi quase no final das disputas desta segunda-feira (12) na Paraolimpíada do Rio que a delegação brasileira conseguiu manter seu lema informal de “ouro todo dia” durante os Jogos. E mais que isso, o resultado faz os paraolímpicos ultrapassarem os atletas olímpicos no total de premiações máximas conquistadas, nove, até agora, contra sete.

Os êxitos vieram da bocha, do atletismo, e mais uma vez do astro Daniel Dias, que subiu pela quinta vez no pódio e pela segunda vez no lugar mais alto. Agora ele tem 20 medalhas paraolímpicas.

Foi quase no final das disputas desta segunda-feira (12) na Paraolimpíada do Rio que a delegação brasileira conseguiu manter seu lema informal de “ouro todo dia” durante os Jogos. E mais que isso, o resultado faz os paraolímpicos ultrapassarem os atletas olímpicos no total de premiações máximas conquistadas, nove, até agora, contra sete.

Os êxitos vieram da bocha, do atletismo, e mais uma vez do astro Daniel Dias, que subiu pela quinta vez no pódio e pela segunda vez no lugar mais alto. Agora ele tem 20 medalhas paraolímpicas.

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Dupla de atletas brasileiros perde disputa pelo ouro na bochaZanone Fraissat/Folhapress

Depois de uma campanha irretocável em que deixou para trás vários favoritos ao título, Stroh acabou perdendo a final para o inglês Willian Bayley, número um do mundo.

“Tomara que esta medalha ajude a fazer o brasileiro a gostar mais deste esporte, a gostar mais da gente que joga o tênis de mesa”, disse Israel.

Seguindo o ritmo de modalidade que mais tem conquistado premiações na Paraolimpíada até agora, o atletismo teve três pratas: uma de Rodrigo Parreira da Silva, no salto em distância na classe T37 e outra de Fábio Bordignon, nos 200 m na classe T35. Ambos atletas têm sequelas de paralisia cerebral, com graus de acometimento diferentes.

Também ficou na segunda colocação o revezamento 4×100 m masculino, que mescla casses T42 e T47 –com deficiências em membros inferiores e superiores. A equipe brasileira, formada pelos atuais medalhistas Petrúcio Ferreira (ouro) e Yohansson Nascimento (prata), contou ainda com Alan Fonteles e Renato Nunes da Cruz.

O dia teve ainda uma prata de Joana Silva, na natação, e não um bronze, conquistado por André Brasil nos 100 m borboleta classe S10, de deficiências motoras leves.

Fonte: FOLHA DE S.PAULO

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