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Evento sobre pessoas com deficiência ganha tom de campanha no Planalto

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Com direito a link ao vivo e participação de ministro e prefeito petistas, o governo aproveitou um evento para regulamentação de aposentadoria especial para pessoas com deficiência para anunciar metas atingidas no programa de acessibilidade Viver Sem Limites. A inusitada participação elevou o tom do evento – que ocupou auditórios simultâneos em Brasília e São Paulo – ao de campanha eleitoral, mesmo a dez meses do pleito de 2014.

Logo após o tradicional vídeo institucional costumeiramente apresentado antes de solenidades no Planalto, o mestre de cerimônia anunciou a participação ao vivo do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com direito a jaleco do Sistema Único de Saúde (SUS), e do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. A videoconferência pegou a plateia de surpresa.

Padilha é pré-candidato ao governo de São Paulo, mas está muito atrás do seu rival tucano, Geraldo Alckmin, em pesquisas de intenção de votos. A tendência é que ele seja colocado em voga o máximo possível pelo governo federal para ganhar visibilidade. A intenção do ministro é desembarcar do governo federal o mais tarde possível e se associar a ações como o programa Mais Médicos.

Não é comum que eventos do Palácio do Planalto sejam realizados simultaneamente em outras cidades. A Presidência não explicou porque o evento paralelo ocorreu na cidade de São Paulo nem porque foi excluído o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB).
Em seu discurso Haddad fez questão de mostrar sua parceria com a gestão Dilma Rousseff. “São Paulo está mais uma vez alinhada ao governo federal”, disse, acrescentando que a cidade “festeja mais uma ver uma parceria com o governo federal”.

Com desenvoltura no vídeo, digna de um apresentador profissional, Padilha anunciou entrega de cadeira de rodas, o fato de teremsido equipados 74 Centros Especializados, além de financiamento para a construção de outras 88 unidades.

Pela legislação eleitoral, partidos políticos não podem fazer campanha eleitoral antes do dia 5 de julho do ano das eleições. O descumprimento é passível de punição por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como a aplicação de multas.

Fonte: Terra

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