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Professora com down encanta a todos na Bienal do Livro

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Ter nascido diferente, mas trilhar caminhos superando obstáculos e levar uma vida normal foi o lema de vida da primeira professora com Síndrome de Down no país, Débora Araújo Seabra Muniz, que nunca se retraiu diante das adversidades e é considerada um exemplo de superação. Ela estudou em escolas regulares e galgou com muita obstinação etapas de sua formação até chegar à conclusão do magistério, onde exerce a profissão na área de educação infantil em uma escola da rede particular de ensino em Natal, cidade onde nasceu.

A potiguar Débora Seabra foi uma das palestrantes da 6ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas na manhã de segunda-feira, 28, e discorreu sobre sua trajetória de vida: do nascimento à fase adulta, onde leva uma vida produtiva profissional e pessoal.

“Eu cresci entendendo que a síndrome de Down não é uma doença, pois sempre fiz o que as outras pessoas fazem. Superei as dificuldades, enfrentei preconceito, indiferenças e vivi muitas experiências boas. Gosto de sair com amigos, passear, dançar, malhar em academia, paquerar, namorar e valorizo muito a amizade, pois quando verdadeira, nunca acaba. Até hoje convivo com amigos de infância”, frisa Débora. Mas ela destaca que toda a superação, em todos os momentos, teve como fundamental aliada à família, onde começou a sua inclusão.

Recentemente, Débora lançou seu primeiro livro “Minha história de vida buscando a inclusão”, contendo oito fábulas inclusivas para leitor de todas as idades. O livro pode ser adquirido no estande da Edufal. A superação da professora Débora Seabra chama atenção da mídia e da sociedade brasileira, participando de eventos no Brasil e no exterior.

Profissão

Débora Seabra é realizada com a sua profissão de professora e até exercê-la fez estágios específicos em espaços escolares da cidade onde vive. “Trabalhar como professora auxiliar em educação infantil exige dedicação e muito estudo. Adoro a minha profissão e sou acolhedora com as crianças, conta orgulhosa.

Débora Seabra concluiu dizendo: “superar dificuldades nos fortalece e traz felicidades. A inclusão ensina a viver com a diversidade e abre caminhos para todos”. Sem dúvida, Débora venceu preconceitos e é um exemplo de como a inclusão das pessoas com deficiência é possível.

Fonte: Ascom Ufal

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