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Cadeirantes ajudam a fiscalizar calçadas com irregularidades no PR

acessibilidade urbana

No Paraná, o Conselho Regional da Engenharia está fiscalizando as calçadas com ajuda de cadeirantes. Eles encontraram irregularidades como rampas muito inclinadas ou que não levam a lugar nenhum.
Acessibilidade interrompida por todo tipo de obstáculo. “Nem a cadeira motorizada sobe nessa rampa. Uma cadeira manual também não vai subir. Pior ainda, porque vai empinar e vai acabar derrubando o cadeirante”, afirma o cadeirante Rubens Monteiro.

No Paraná, fiscais do CREA, o Conselho de Engenharia e Arquitetura, estão acompanhando os cadeirantes para conferir a situação das vias públicas.

No Brasil, uma lei federal de acessibilidade, regulamentada em 2004, estabelece um padrão para calçadas e rampas. “A responsabilidade pela adequação da calçada e deixar ela dentro das normas é do proprietário do imóvel”, afirma o coordenador de fiscalização Rubens Gonzalez Jr.
Em uma fiscalização em Maringá foram encontradas diversas irregularidades. Uma rampa está inclinada demais.

Acessos mal feitos, e muitas vezes, com dinheiro público, se espalham por várias cidades. Em Iguaraçu, norte do Paraná, o que mais tem são rampas que levam a lugar nenhum, como para o meio do mato, em locais onde não há calçadas.

Em Ciarnote, tem rampas quebradas, de frente para o muro, ou que levam para o milharal. A coleção de absurdos virou processo na Justiça por desperdício de dinheiro público.
A prefeitura de Maringá alega que o IBGE reconheceu a cidade em 2011 como a melhor do Paraná em acessibilidade nas calçadas. O prefeito de Iguaraçu declarou que as rampas podem ser refeitas. A prefeitura de Cianorte afirmou que as obras seguiram a lei de acessibilidade

Fonte: G1

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