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Museu conta trajetória da luta dos deficientes visuais no Brasil

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Após processo de modernização, o Centro de Memória Dorina Nowill – criado pela brasileira de mesmo nome, pioneira na luta dos deficientes visuais – reabre as portas ao público com um espaço especialmente dedicado ao museu para cegos e pessoas com baixa visão.

A reforma, que aconteceu no ano passado, busca transformar o local no primeiro centro de referência histórica da inclusão de pessoas com deficiência visual no Brasil. Foram construídos uma nova área de exposição (Espaço Memória), novas instalações para reserva técnica do acervo, além da ampliação da área de exposição e visitação.

Exposição

Reinaugurada no dia 11 de março, a exposição convida o público a uma experiência sensorial e interativa, repleta de recursos sonoros e olfativos totalmente acessíveis, como a Pentop, caneta que fala ao ser direcionada a um objeto, livros em braile, o Aurie, um aparelho que consegue ler cores e até uma seção de bengalas.

 

Com o tema “E tudo começou assim: ações, projetos e histórias que mudaram a vida das pessoas com deficiência visual”, a exibição conta a história da luta na inclusão dos cegos na sociedade e da evolução das ferramentas que auxiliaram a vida dos deficientes visuais no Brasil.

Além da exposição, no Centro de Memória é possível conferir a gráfica em braile, a biblioteca e o estúdio de gravação de livros falados. A visitação é gratuita, é necessário agendar por telefone 5087-0955 ou por e-mail [email protected]çãodorina.org.br.

 

Cidade São Paulo

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