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Quase 1 milhão de crianças com deficiência visual no brasil

A médica da Clinica de olhos Yano lembra que pais e professores precisam ficar atentos aos sinais como baixo rendimento escolar, dor de cabeça e dor nos olhos, vermelhidão ocular, coceira e fotofobia.

Ao iniciar o ano letivo devemos chamar a atenção para o desenvolvimento daqueles que formarão a nação do futuro que são as nossas crianças. Para ser produtivo na idade adulta, é preciso ter boa visão para aprender na infância. Mais de 950 mil crianças brasileiras, com até nove anos de idade, apresentam algum grau de deficiência visual.

Os dados divulgados recentemente foram extraídos do censo 2010 do IBGE. Para a oftalmologista da Clínica de Olhos Yano, Dra. Susan Erika, “o número confirma que os problemas oculares facilmente detectáveis em crianças, no início da idade escolar, são erros refrativos como a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo”.

Erros refrativos
Com miopia, a criança vai ter dificuldade de enxergar á distância. “Apesar de ver de perto, uma criança míope apresenta dificuldade ao executar as tarefas dentro de sala de aula”, esclarece a oftalmologista da Clinica de Olhos Yano.

Já com hipermetropia, a criança pode até enxergar bem, mas ás custas de um grande esforço visual. “Esta é uma criança que vai se desenvolver mais lentamente na escola durante o aprendizado e pode apresentar sintomas como dor de cabeça e cansaço visual, os quais evidenciam a presença de problemas visuais”, alerta a oftalmologista.

Dra. Susan Erika Yano descreve que com astigmatismo, a criança poderá enfrentar dificuldade para enxergar tanto de longe quanto de perto e muito cansaço visual, apresentando também sintomas como dor de cabeça e dor nos olhos. “Crianças com astigmatismo apresentam um rendimento escolar baixo do esperado normalmente, porque têm sérias dificuldades de aprendizado”, conta.

Identificação
A médica da Clinica de olhos Yano lembra que pais e professores precisam ficar atentos aos sinais como baixo rendimento escolar, dor de cabeça e dor nos olhos, vermelhidão ocular, coceira e fotofobia. “Algumas escolas já dispõem de professores capacitados para identificar dificuldades de visão apresentadas pelos alunos. Nesses casos, quando a criança tem um rendimento abaixo do esperado é encaminhada para avaliação com oftalmologista para realizar exames que permitirão um diagnóstico preciso sobre a quantidade e qualidade da visão da criança. Quase sempre o tratamento é simples. Na maioria dos casos, óculos ou uso intercalado de tampão, nos casos de estrabismo são a base do tratamento”, adianta a oftalmologista Dra Susan EriKa Yano.

Consequências
A oftalmologista da Clinica de Olhos Yano adverte que se os erros refrativos das crianças não forem tratados em tempo, podem desencadear problemas visuais irreparáveis. “A ambliopia também conhecida como olho preguiçoso, é a consequência mais comum de erros de refração e de estrabismo. Consiste na baixa visão de um olho estruturalmente normal, mas que não recebe do cérebro as informações suficientes para um bom desempenho visual.
Essa condição é a maior causa de baixa visão na infância, explica a especialista Dra Susan Erika Yano.

 

Fonte: Portal CT

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