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Defensoria Pública debate acessibilidade na Grande Belém

4091601_x240Representantes de entidades de cadeirantes irão se reunir nesta terça, 7.
Encontro visa discutir soluções ao transporte público para deficientes.

A acessibilidade será tema de um debate promovido pelo Núcleo de Defesa do Consumidor (NUCON) da Defensoria Pública do Pará, nesta terça-feira (7), com a participação da Associação dos Deficientes Físicos do Pará, Associação das Pessoas Portadoras de Deficiência, Instituto de Pessoas com Deficiência de Ananindeua e a Associação dos Jogadores de Basquete. O encontro será às 10h e irá discutir soluções ao transporte público para pessoas com deficiência na região metropolitana de Belém.

Serão debatidos os principais problemas que as pessoas com mobilidade reduzida enfrentam para se locomover, como identificar as linhas, itinerários e horários dos ônibus, que segundo denúncias, costumam não parar nas paradas seletivas além de outros problemas decorrentes de atitudes desse tipo.

“Nós vamos ouvir as associações e pontuar todos os problemas e em seguida devemos solicitar uma Ação Civil Pública para a Assembleia Legislativa do Pará e Câmara dos Vereadores de Belém e Ananindeua”, informou o defensor público Johny Giffoni.

O defensor informou ainda que vem recebendo frequentes reclamações de cadeirantes sobre a qualidade do transporte público desde o caso do garoto Pablo, de 4 anos, que apresenta paralisia cerebral. Em novembro de 2014, a mãe da criança procurou o órgão para expor os constrangimentos que passava, e relatou que os dois chegaram a ser impedidos de utilizar o ônibus da linha 40 horas Presidente Vargas.

Durante a reunião, os representantes das entidades que agregam cadeirantes e pessoas com deficiência serão orientadas como devem agir durante uma situação semelhante, o que devem fazer e quais órgãos procurar. A Defensoria Pública vai atuar como intermediadora junto à Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (SEMOB), que deve realizar fiscalizações, principalmente em paradas de coletivos, e executar políticas públicas, até mesmo judicializando o problema, se for necessário.

Fonte: G1

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