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Taxistas querem linha de crédito para cumprirem lei de carros adaptados

taxis-adaptado-terezinaSancionada pelo prefeito Firmino Filho (PSDB), a lei que estabelece uma cota de táxis adaptados para deficientes está prevista para funcionar a partir do próximo semestre. A notícia, que foi recebida com alegria pela Associação dos Cadeirantes de Teresina, desperta a preocupação dos taxistas. Em entrevista ao Jornal do Piauí desta quinta-feira (05), o presidente do sindicato da categoria afirmou que a adaptação dos veículos pode custar caro.

“Vai ter um custo a mais, para adaptar um carro desses custa cerca de 15 mil reais. O prefeito está de parabéns pela lei, e também queremos que os deficientes sejam beneficiados, mas queremos que exista uma linha de crédito ao taxista. A lei é um direito, mas dentro dela deveria haver um financiamento”, explicou Antônio Barbosa, presidente do sindicato dos taxistas.

A previsão é que os veículos adaptados comecem a circular a partir de junho deste ano. A Lei nº 4.678/2015 é de autoria do vereador Antônio Aguiar (PROS) e estabelece que as frotas das cooperativas de táxis da capital tenham uma cota de pelo menos 2% dos veículos adaptados para atender as pessoas com deficiência física.

“Estamos concluindo a nova regulamentação dos táxis e assim que o documento for finalizado, até o mês de junho, novas vagas para licenças serão criadas, e a cota de 2% para carros adaptados começará a valer”, informou o diretor de Transportes da Strans, Ricardo Freitas.

Para a Associação dos Cadeirantes do Município de Teresina (ASCAMTE), a nova lei deverá servir como exemplo para que os órgãos públicos, as empresas e demais instituições adequem seus prédios às normais nacionais de acessibilidade.

“A existência de táxis adaptados para conduzir cadeirantes vai facilitar muito nosso percurso, nossa saída de casa para o trabalho, para o médico ou mesmo para o lazer. Hoje, nós contamos com os ônibus adaptados e o programa Transporte Eficiente, que é um serviço essencial, mas não consegue atender todos os cadeirantes da cidade. Há poucos veículos para muita demanda. Então, qualquer veículo a mais que venha para atender os cadeirantes é lucro”, ressaltou Jucilene Maria, presidente da ASCAMTE.

Fonte: cidadeverde.com

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