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Lei, Inclusão, Isenção e Vagas

Deficientes falam sobre o mercado de trabalho em Itapetininga

O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência foi celebrado nesta quarta-feira (3). Em Itapetininga (SP), deficientes comentam sobre as dificuldades de inserção no mercado de trabalho.

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É o caso da estudante Danila Aparecida Rodrigues, que perdeu a visão aos dez anos, por causa de uma doença que afeta a retina. Ela conta que, desde então, passou a conviver com a nova rotina, mas estudar e trabalhar virou um hábito.

Após certo tempo como jovem aprendiz em uma empresa de Itapetininga, ela está desde abril sem emprego, porém, aproveitou este tempo para se qualificar em algumas áreas: “Eu fiz curso de recepcionista, assistente administrativa, gestão em negócios e auxiliar de administração de pessoal”, conta.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 10% da população mundial possuem algum tipo de deficiência. No Brasil, a Lei Federal nº 8.213/91, que existe há 23 anos, estipula cotas para estas pessoas em empresas do país, mas o problema é que nem todas cumprem a legislação. Desta forma, a maioria não consegue um espaço no mercado de trabalho.

Um bom exemplo de deficiente atuante no mercado de trabalho é do auxiliar de expedição Gilson Féliz de Santana. Ele tem nanismo e foi empregado há cinco meses em uma indústria miultinacional de Itapetininga. Deixou o litoral paulista onde morava e escolheu Itapetininga para formar sua família.

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O trabalhador tem ensino médio completo e ainda se especializou em informática e empilhadeira. Ele diz que busca sempre se especializar: “Além dessa oportunidade que temos, não podemos parar e devemos nos qualificar de acordo com a necessidade da empresa e da função que vamos exercer. É preciso haver sempre uma especialização.”

Na empresa em que foi contratado, segundo o coordenador de Recursos Humanos, João Magela, a cota para contratação de deficientes vai além do estipulado em lei. “Aqui temos histórias de sucesso e a maior parte dos funcionários se dá muito bem na área. Não há muita diferença em relação às pessoas que não tem deficiência”, afirma.

 

 

Fonte: G1

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