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Brasileiro é premiado no Congresso Internacional de Surdez

Anderson das Neves faz pós-graduação em Psicologia na Unesp de Bauru, com Bolsa da FAPESP, orientado pela professora Ana Claudia Verdu

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Anderson das Neves faz pós-graduação em Psicologia na Unesp de Bauru, com Bolsa da FAPESP, orientado pela professora Ana Claudia Verdu

Pesquisador estudou o funcionamento simbólico em crianças com deficiência auditiva pré-lingual mesmo antes de aprenderem a fala.

São Paulo – O mestrando em Psicologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Anderson Jonas das Neves, foi premiado no II Congresso Internacional de Surdez, Implante Coclear, Próteses Auditivas e Cirurgicamente Implantáveis (Hearing), realizado em maio em São Paulo.

O trabalho “Correspondência na Fala em Leitura e em Nomeação de Sentenças em Crianças com Deficiência Auditiva Pré-Lingual Usuárias de Implante Coclear” ficou em primeiro lugar na categoria Fonoaudiologia.

Neves, que tem Bolsa da FAPESP, foi orientado no trabalho pela professora Ana Claudia Moreira Almeida Verdu, da Faculdade de Ciências da Unesp, e pelas pesquisadoras Adriane de Lima Mortari Moret e Leandra Tabanez do Nascimento.

Segundo Verdu, o trabalho é resultado de uma parceria entre unidades da Unesp, da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal de São Carlos, no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE).

“Estudamos o funcionamento simbólico em crianças com deficiência auditiva pré-lingual, isto é, privadas de estimulação sonora, mesmo antes de aprenderem a falar, mas que receberam o implante coclear – aparelho colocado cirurgicamente na parte interna do ouvido e que restabelece a detecção sonora –, portanto necessitam aprender a dar significados aos sons da fala”, disse Verdu.

Na maior parte das crianças usuárias do implante coclear, aprender a ouvir e a falar ocorre incidentalmente pelo uso do implante e pelo estabelecimento de interações verbais com as pessoas. Porém, em uma parcela desta população, as funções de ouvir e de falar não ocorrem no mesmo ritmo.

Verdu explica que as pesquisas têm sido realizadas no processo de reabilitação desses indivíduos e um dos aspectos focalizados é o “treinamento de habilidades auditivas” e as relações que o ouvir estabelecem com o falar.

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