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Professores são capacitados a trabalhar com estudantes com deficiência

Postado por on maio 03, 2016 | Faça um comentario


curso paradesporto Parantinga

Professores de Educação Física, de todo estado de Mato Grosso, estão tendo a oportunidade de fazer capacitação em esportes paralímpicos e o melhor: os cursos são proferidos pelos maiores especialistas do assunto no Brasil.

Exemplo disso é capacitação em atletismo (para pessoas com deficiência), que é realizada em Paranatinga. Quem ministra o curso é a professora de Educação Física Rosicler Ravache, que faz parte do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Ela – que é do estado de Santa Cataria – foi enviada pelo comitê para dar o curso aos professores em Paranatinga (a 332 quilômetros de Cuiabá). Na capacitação, Rosicler ensina os profissionais a como tralhar a educação física escolar com crianças e adolescentes com deficiência. A ideia é que o profissional sabia preparar essa criança para que, futuramente, ele possa se transformar em um atleta de alto nível.

Por isso os professores aprendem no curso a classificação funcional do estudante para saber em qual esporte ele pode ser inserido. Nas aulas, também são ensinadas as regras do atletismo adaptado e conceitos sobre a Educação Física para deficientes e iniciação paradesportiva.

A professora de Educação Física de Guiratinga, Patrícia Alves, achou única a experiência do curso. Ela disse que a capacitação abriu seus horizontes e que pretende aplicar os conhecimentos adquiridos com duas de suas alunas, que são deficientes.

O professor de Capoeira, Eliomar Pedro, de Primavera do Leste, já trabalha com adolescentes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Ele disse que o curso vai lhe dar muito mais subsídios para trabalhar com os alunos.

Ele também elogiou a didática da professora Ravache. “A aula dela é muito dinâmica. Ela ensina a teoria e em seguida já aplica na prática. Desse jeito a aula não fica muito maçante”, destacou o professor.

A professora Rosicler Ravache ministra cursos pelo COB desde 2004. Ela – que também é membro da Academia Paralímpica Brasileira –já proferiu cursos em modalidades paralímpicas nos 26 estados brasileiros.

Políticas Especiais

Para o superintendente de Políticas Esportivas Especiais da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer, Mário Márcio Pecora, o governo está promovendo uma mudança no paradesporto em Mato Grosso. “É a primeira vez na história que uma gestão estadual tem um olhar diferenciado para as pessoas com deficiência, que representa 26% da população matogrossense”, destaca Pecora.

Ele também ressalta que os cursos são uma oportunidade de emprego e renda para os professores de Educação Física. “Pouquíssimas pessoas do estado trabalham com o paradesporto. Então esses cursos são uma nova frente de mercado para o profissional levar em conta”, afirma.

Pecora enfatiza que os cursos paralímpicos fazem parte de um processo de fomento do paradesporto em Mato Grosso. “Esse governo vai mudar a vida das pessoas com deficiência, para que elas nunca mais sintam vergonha. Para que elas nunca mais se escondam e que possam galgar os espaços na sociedade que merecem ter.

Cursos paralímpicos

Os curso em modalidade paralímpicas acontecem em todas 10 etapas do Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso. Até o momento já foram realizadas quatro capacitações, sendo uma na cidade de Nova Xavantina, uma em São Félix do Araguaia e duas em Paranatinga. Foram ministrados cursos de judô, tênis de mesa, goalball e atletismo.

As capacitações foram viabilizadas pela Superintendência de Políticas Esportivas Especiais, junto ao Comitê Paralímpico Brasileiro (COB), que direciona os profissionais que irão fazer os cursos nas etapas dos Jogos Escolares da Juventude.
Ainda vão ocorrer cursos nas cidade de Cáceres, Aripuanã, Sinop, São José do Rio Claro, Campos de Júlio e Colíder.

“É preciso repensar essa situação. Depois que passamos a dividir o terreno com eles, nossos associados deixaram de vir, por conta de assaltos. Os cegos são vulneráveis e acabam sendo prejudicados”, reclama Flávio.

A Secretaria do Trabalho, Mulheres, Desenvolvimento Social, Igualdade Racial e DireitFos Humanos informou que desconhece assaltos no local. Reconhece, entretanto, a relação conflituosa e concorda que a divisão do espaço incomoda a ABDV. Mas não informou qualquer plano para solucionar o impasse.

 

Fonte: www.cenariomt.com.br

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